Entrevista Ricardo Cabrita

Que formações/certificações são mais adequadas para os profissionais IT? A Reloading é especialista na área de gestão e a sua resposta está orientada nessa vertente.

A melhor certificação, na área de gestão, é a de Gestão de Projetos com a referência PMP® (Project Management Professional do PMI – Project Management Institute). É considerada como uma excelente formação pelo enquadramento transmitido na gestão transversal desde a gestão de contratos, âmbito, custos, prazos, etc… A nova versão do PMBOK (6th edition) é consideravelmente melhorada com a adaptabilidade de metodologias ágeis que permitem uma melhor flexibilidade aos desafios diários de apresentar soluções adequadas e rápidas ao mercado.

A complementaridade de formações na área especializada de metodologias ágeis leva, o profissional, a um outro patamar de adaptação a diversas realidades. O SCRUM (ref: Scrum Alliance ou Scrum.org), é sem dúvida, um excelente complemento para poder agilizar os métodos cíclicos e mais rápidos de entrega de soluções.

A área de Business Analysis (como referência o IIBA – International Institude of Business Analysis) apresenta uma seção muito importante na garantia de entregas devidas aos clientes. Entende-se que o mercado de serviços apresenta recorrentemente soluções que não apresentam ao “added-value” desejado para os clientes, e a importância de um Business Analyst na garantia da devida entrega é fundamental para o reconhecimento do trabalho realizado e da solução entregue.

A consultoria e a formação…o que poderemos esperar delas e qual a melhor forma de as oferecer a uma empresa? Formador com experiência consolidada e atualizada.

Se o objetivo é transmitir conceitos de referência para uma equipa de profissionais, sejam eles gestores de projeto, analistas de negócio, programadores, responsáveis ou membros das equipas de qualidade, então, não há dúvida que a formação poderá ser um bom ponto de partida.

A formação é suficiente para tornar os profissionais em melhores profissionais? Deverá ser em equipa.

A garantia de sucesso não é só dependente das competências dos profissionais de forma individual, mas sim de uma forma colaborativa. A equipa (elementos técnicos, funcionais, gestores, …), deverá ser desafiada a encontrar métodos de trabalho eficientes para as suas realidades, neste sentido a formação transversal, ajudará a aumentar a eficiência de diferentes equipas.

Consegue um formador dinamizar uma equipa com métodos eficientes? Sim, não só pela sua experiência profissional, mas também pela sua empatia e capacidade de dinamizar uma equipa. Trabalhamos de forma colaborativa e não individual, os nossos formadores têm a experiência adequada para transmitir os desafios aos profissionais com diferentes níveis de responsabilidade (coordenação, gestão, técnicos, funcionais,…) e apresentam métodos de trabalho eficientes.

A consultoria estratégica é fundamental após a formação? Nem sempre consideramos necessário o serviço de consultoria após as nossas formações. Depende das necessidades e níveis de maturidade dos nossos clientes. Se os últimos tiverem a necessidade de obter conceitos e receber novidades da realidade profissional, então poderemos assumir e considerar que as formações servirão o propósito desejado. Caso também tenham um elevado nível de maturidade para aplicarem as boas práticas apresentas, então também considerado que a formação seja suficiente par ao desafio pretendido.

 

Quem deverá participar nas nossas ações de formação? Todos os profissionais. Não temos dúvidas que a eficiência colaborativa é bastante superior à eficiência individual. Os métodos de trabalho, as técnicas, as ferramentas, os comportamentos adequados dos profissionais, deverão ser trabalhados em conjunto e não de forma individual.

 

Que técnicas são utilizadas para as formações?Hands-on”, “Role-plays”, são, sem dúvidas, duas excelentes técnicas que consideramos adequadas para os objetivos das ações de formação. O “Hands-on” permite aferir as técnicas que os formandos aplicam nos diversos temas abordados nas formações, e o formador aferirá se as mesmas são as mais adequadas com a apresentação de alternativas, discussões e acima de tudo, coesão entre o grupo. Os “Role-plays” acrescentam aos conceitos transmitidos uma prática adequada para que esta seja alcançada com sucesso, desta forma a turma poderá entender como fazer, como reagir, como analisar as diversas situações de um profissional.

 

 

PMI

É uma organização internacional sem fins lucrativos e que tem como objetivo a formulação de normas profissionais de gestão de projetos, partilha de conhecimento através de contributos e investigação efetuada pelos seus membros e promove a função de gestor de projetos como uma profissão especializada com um programa de certificações associada.

O seu elevado número de membros (mais de 650.000) e com presença em mais de 180 países, colocam o PMI como a maior associação de gestão de projetos do mundo.

O escritório central localiza-se junto à cidade de Filadélfia – Pensilvânia (Estados Unidos).

 

História do PMI

Fundado em 1969 por cinco voluntários onde promoveram as boas práticas de gestão de projetos através da sua experiência e contributos obtidos nos workshops realizados. Durante a década de 70 foi elaborado um primeiro capítulo que descrevia as principais responsabilidades e funções de um gestor de projeto e no término de 1970 já era constituída por aproximadamente 2000 membros.

Na década de 80 foi definida a primeira certificação como profissional de gestão de projetos (PMP – Project Management Professional) com um código de ética associado à profissão.

Na década de 90 foi publicada primeira edição do Guia do PMBOK (Project Management Body Of Knowledge) tendo sido reconhecido como a base para uma adequada gestão de projetos.

A partir de 2000, o PMI tinha cerca de 40.000 pessoas na qualidade de membros ativos, 10.000 PMP certificados e quase 300.000 cópias vendidas do Guia PMBOK.

 

Desde esta data (2000), tem-se tornado na maior organização de suporte à gestão de projetos abrangendo diversos setores profissionais, tais como, tecnologias da informação, defesa e aeroespacial, serviços financeiros, telecomunicações, engenharia e construção, agências governamentais, seguro, saúde, logística etc…

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O Sucesso da execução parte da sua formação, e com motivação e orgulho estou na Reloading onde se aposta fortemente nesta componente. Estamos preparados para as necessidades do mercado.

Nuno Guerreiro

Surpreso como o profissionalismo da equipa de formadores seja capaz de dinamizar as nossas formações.
Os comentários recebidos são surpreendentes. “Adorei”, “Muito útil”, “Vou continuar”, “Quando é a próxima?”.

Ricardo Cabrita

É de facto entusiasmante poder contar com uma equipa que consegue a todo o momento ter presente as necessidades e compromissos dos nossos Clientes com vista a entregar com uma qualidade admirável.

Hugo Fernandes

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